terça-feira, 28 de abril de 2015

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Makota Celinha / CENARAB declara seu apoio a Marcos Rezende


Marcos Rezende é um jovem negro cuja trajetória de vida vem acompanhada de coerência com sua história. Por isso não sinto nenhuma dificuldade em dizer que seu nome é o meu nome para Ouvidor Geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia. A vida e a militância tem lhe oferecido oportunidades de aprofundar o diálogo e a compreensão da diversidade e a pluralidade de nossa sociedade. Eu compreendo o espaço de ouvidor como sendo o espaço oportuno para a prática de um dos aprendizados mais importantes da tradição de matriz africana: o de saber ouvir por excelência. E Marcos Rezende vive esse princípio em seu cotidiano é pois é um homem de axé.


Makota Celinha Gonçalves - CENARAB

Comissão de Resistência Moradia e Trabalho do Centro Histórico declara apoio a Marcos Rezende

Marcos Rezende ganhou e meu respeito e de mais de 400 famílias associadas a CRMTCH por ter enfrentado junto conosco os desmandos da CONDER. Foi ele, o CEN, e a Defensoria Pública quem conseguiu fazer com que a nossa Comissão fosse respeitada e diálogos abertos, o que representou uma importante conquista para os antigos moradores do Antigo Centro Histórico.

Rose Marine.

A ELEIÇÃO PARA A OUVIDORIA DA DEFENSORIA PÚBLICA E O MÉTODO DA DISPUTA POLÍTICA


Eu desconhecia que na Defensoria Pública existia uma Ouvidoria e que a mesma tivesse importância política que transformasse a eleição para ouvidor em um campo de batalha, mesmo tendo participado de reuniões com a Defensoria em alguns momentos, como na luta em defesa dos usuários dos CPS, nas audiências públicas sobre a licitação das linhas de ônibus, em apoio as creches e escolas comunitárias, entre outros.
Tomei conhecimento da eleição quando o companheiro Yuri Silva propôs para militantes do MPL o apoio ao Marcos Rezende na sua candidatura, por ser uma pessoa que atuou e colaborou com o movimento em várias oportunidades. Os que participaram do diálogo com o Yuri decidiram dar apoio ao Rezende.
Posteriormente companheiros que respeito pela militância no movimento social, em especial na luta antirracista, questionaram o meu apoio ao Rezende e não à Vilma Reis.
A partir dai comecei a ver vários posts atacando de forma indireta o Rezende como candidato, culminando com um texto que convoca para uma manifestação (https://www.facebook.com/events/344117669110255/).e que faz duras criticas, sem citar o nome, ao Rezende, tratando-o como governista, pretendente a interventor na Ouvidoria, omisso em relação a chacina do Cabula.
Quero aqui dizer que nunca ocupei nenhum cargo no governo, não pretendo ocupar, sempre me coloquei em oposição ao J. Wagner em vários momentos e ainda mais ao Rui Costa. Sou crítico à omissão e domesticação do Partido dos Trabalhadores. Tenho divergências com a EPS e as manifestei em reunião, por exemplo, com o deputado Valmir. E, portanto, tenho divergências também com o candidato a Ouvidoria Marcos Rezende.
Mas não considero que os argumentos utilizados no texto convocando a manifestação em apoio a Vilma Reis é adequado para quem pretende ser uma Ouvidora e representante dos movimentos sociais, pois é um texto sectário, que divide, que não contribui para fortalecer a luta dos que constroem no cotidiano a organização dos setores mais vulneráveis da sociedade, em especial as crianças e os jovens, pobres, negros e negras.
Não me considero medroso, muito menos coligado do governo, mesmo tendo manifestado apoio ao Marcos Rezende.
E os que apoiam o governo, que ocupam ou ocuparam cargos no governo J. Wagner e Rui Costa e que estão apoiando Vilma, esses estão em qual categoria? O apoio à Vilma os transforma em militantes combativos, autônomos, que não fogem da luta? Vilma não ocupou cargo no governo J. Wagner? Não esteve ao lado do candidato Luiz Alberto? E o Luiz Alberto se manifestou publicamente contra o governador e a chacina do Cabula?
Nós, do MPL, não só divulgamos nossa posição repudiando as declarações do Rui Costa, exigindo o imediato afastamento de todos os responsáveis, como articulamos outras organizações e movimentos a fazerem o mesmo. E nos fizemos presentes nas manifestações de apoio aos familiares.
Por mais respeito que se possa ter a Vilma Reis, esse texto que faz convocação dessa manifestação em seu apoio é um desserviço para as lutas dos movimentos sociais.

Walter Takemoto

Historiador vence pleito entre os conselheiros da sociedade para ouvidor-geral da defensoria pública

Os nomes de Marcos Rezende e Vilma Reis serão analisados pelo Conselho Superior da Defensoria Pública, no dia 30 de abril | FOTO: Mayrá Lima |

O apoio dos movimentos sociais da Bahia foi fundamental para a vitória do historiador baiano Marcos Fábio Rezende Correia, na eleição entre os conselheiros da sociedade civil, para o cargo de ouvidor-geral da Defensoria Pública do Estado, no último dia 24 de abril. O processo de escolha foi decidido democraticamente, mas os debates envolvendo o cargo estão apenas começando. É que Marcos Rezende recebeu votos de oito das 12 entidades que participaram do pleito e a concorrente, Vilma Reis, ganhou apenas quatro. Entretanto, existem rumores que mesmo depois desta escolha, membros da campanha de Reis estão trabalhando com a expectativa de que o Conselho Superior intervenha e desconsidere a escolha dos movimentos sociais para o cargo.
De acordo com publicações nas redes sociais dos participantes da campanha de Vilma Reis, o Conselho Superior tem essa ‘autonomia’ para barrar a escolha dos representantes da sociedade civil no conselho, sob o argumento que a eleição neste fórum é apenas para compor lista e que a verdadeira eleição é entre os defensores. “Ora, não se pode acreditar que a sinalização dos movimentos sociais tenha apenas esse teor procedimental e que não guarda nenhuma relação com a vontade da defensoria em ouvir a sociedade sobre os seus rumos”, aponta texto publicado pelos movimentos nas redes sociais. Esses movimentos, que apoiaram Marcos Rezende, já iniciaram uma ação nas redes para acompanhar o processo, reafirmando a convicção de que os defensores, em compromisso com a sociedade, não hesitarão em ouvir os movimentos sociais.
“A gente entende que essa etapa não é somente para compor lista, mas fundamentalmente para aprofundar a escuta e o diálogo dos defensores com a sociedade no processo de construção desse órgão de justiça, demonstrado inclusive no acolhimento histórico dos nomes para ouvidoria geral, eleitos entre os representantes da sociedade civil. Portanto, qualquer tentativa em diminuir a legitimidade da primeira votação é no mínimo contraditório com a afirmação desse órgão que prima pela defesa dos interesses da sociedade”, afirmam, em texto publicado no Facebook, os representantes de movimentos que votaram no historiador.
Os nomes de Marcos Rezende e Vilma Reis serão analisados pelo Conselho Superior da Defensoria Pública, no dia 30 de abril, quando acontece a sabatina aos dois candidatos, dando prerrogativa final. Esse processo é apimentado pelos apoiadores das candidaturas. “Teremos de aguardar o processo para efetivamente termos um novo ouvidor geral. Mas queremos destacar que a escolha de Marcos foi legítima. Não podemos permitir que a defensoria não considere nossas decisões”. Já os apoiadores de Vilma Reis aguardam que os defensores sigam outros critérios, que não seja o resultado da eleição entre os representantes da sociedade civil.
Fonte: http://jornaldachapada.com.br/2015/04/27/historiador-vence-pleito-entre-os-conselheiros-da-sociedade-para-ouvidor-geral-da-defensoria-publica/

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Tuka Perez declara seu apoio a Marcos Rezende!

Ser mulher consciente dos meus direitos me leva a ter participação ativa nas decisões políticas do meu estado. Sou Assessora Parlamentar e bem sei o valor de uma boa representação. 
Apoio e defendo o nome de Marcos Rezende para Ouvidor Geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia. 
Uma Ouvidoria bem mais plural. 

Tuka Perez - Assessora Parlamentar.

Por que Marcos Rezende para Ouvidor Geral?!

PARABÉNS, MARCOS REZENDE, VOCÊ NOS REPRESENTA!


Nós da ONG Instituto Baiano da Paz , apoiamos o candidato a ouvidor da Defensoria Pública da Bahia (DP-BA), Marcos Rezende. 
Marcos Rezende recebeu o dobro de votos de sua concorrente, Vilma Reis, na votação realizada nesta sexta-feira (24), com votos de representantes da sociedade civil habilitadas para participar do pleito.
Apoiamos Marcos Rezende por considera-lo um representante legítimo da sociedade civil organizada e pela historia de luta,com respeito às diversidades culturais, étnicas e sociais da sociedade baiana.

Jupiraci Borges 
Presidente do Instituto Baiano da Paz e Coordenador da Campanha A Bahia Pela Paz

domingo, 26 de abril de 2015

Edson Valadares declara o seu apoio!

Edson Valadares
Sociólogo

"Marcos Resende tem o perfil necessário para trazer à público a narrativa dos oprimidos, da população carente e do povo negro da Bahia que até então continua sem acesso ao pleno direito à cidadania e a justiça.
Por isso eu o apoio."